terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Meu tudo

 Ana contava para mim e para Paty sobre uma professora conhecida sua que foi à Buenos Aires e conheceu um sul-africano loiro, alto e de olhos azuis. Praticamente um príncipe da Disney. Além disso, ele era rico e sequer olhava para nenhuma outra mulher. Praticamente uma lenda urbana. Eles se apaixonaram, casaram-se e foram viver felizes para sempre em Johanesburgo. Comentei que esse não era meu sonho, já que não gostaria de largar toda a minha vida no Brasil para seguir alguém.
- Mas ela não tinha nada aqui. Só umas aulas de inglês. – disse Ana, cética.

- Mas esse é meu tudo. – respondi, encantada.

Sim. Being an english teacher and loving it. E feliz que duas amigas importantíssimas – Julie e BB – estão entrando nesse mundo desvalorizado, desafiador e, sobretudo maravilhoso das aulas de inglês. Welcome!

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

My precious

Depois de muito relutar, dia desses dei a louca e saí para comprar um computador.

Durante toda a minha "vida digital", sempre usei computadores alheios: o dos meus pais, o dos trabalhos, o da faculdade, o do roommie, o do namorado...Nunca tive um PC pra chamar de meu e, consequentemente, organizar tudo em pastinhas muito detalhadamente, ter um desktop com ícones e wallpaper do jeito que eu quisesse, enfim, meu, TUDO MEU! Agora eu tenho o my precious e a cada dia ele tá mais fofo e mais t.o.c, igual a mim. rsrs.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Cualquier cosa puede pasar en Macanudo...

Macanudo é uma série de tirinhas do desenhista argentino Ricardo
Liniers. Os personagens principais são o gato Fellini e sua dona, a menina Enriqueta; Z-25 - o robô sensível; Finisterra; os pingüins, os peixes do aquário, os pássaros e os duendes, além de outros personagens anônimos. Todos eles ilustram com excelente humor as historietas de Liniers, que vão desde a inocência da menina Enriqueta, à crítica política representada pelos duendes.



Liniers, nascido em Buenos Aires, formou-se publicitário, mas nunca exerceu a profissão. Dedicou-se à criação de suas tirinhas que começaram a ser publicadas em 1999 pelo jornal portenho Página/12. Em 2002, apadrinhado por Maitena, passou a ser publicado pelo jornal La Nación.


Suas principais influências foram Hergé, Goscinny e Uderzo, Héctor Germán Oesterheld, Francisco Solano Lópes, Charles Schulz, Herriman e Quino, a quem tem sido bastante comparado. Muitos dizem que Liniers é o "novo Quino".


Do mesmo modo que Maitena e Quino, Liniers demonstra o talento argentino tanto para o desenho, quanto para o humor e para a crítica social e política.

Links: http://www.porliniers.com - Site oficial
          http://macanudoliniers.blogspot.com - Blog

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Feelings, feriado, fazer nada, fazer algo

Boas sensações. Mais trabalho chegando, com possibilidades de aprimoramento e já como resultado de reconhecimento pelo trabalho anterior. Juntamente com o resultado capitalista que mais gosto: $$$.

Equilibrando o feriado entre não fazer nada e fazer algo. Vi muita televisão, mas também escrevi até cair o braço terminar de organizar meu caderno da Educação. Ainda faltam outras matérias e alguns textos para ler. Com sorte, termino tudo amanhã, ainda em tempo de fazer coisas do trabalho. A volta do feriado será agitada.

Tarefa extra-aulas e extra-trabalho: comprar coisas. Sexta-feira já fiz minhas compras de materiais no mundo mágico da Kalunga. Agora preciso de víveres, cosméticos e roupas. Tudo com muita parcimônia, for god's sake...

Amanhã a outra filha (minha hermana) vem aqui. Dia de comer muitos doces especias que mamãe nos fez para o dia das crianças. Espero não quebrar minha agenda...

sábado, 3 de outubro de 2009

FEUSP

Realmente, estou encantada com a Faculdade de Educação. Já estou há quatro anos aqui na USP, mas só agora com a licenciatura que estou começando a conhecer a FEUSP.
Até agora tinha dúvidas se optaria pela literatura ou pela educação - que já é uma paixão antiga - mas agora a dúvida está desfeita e já tenho um projeto em mente.
Ainda não comecei a levantar material, mas pelo que já conheço e pela conversa com algumas pessoas, ainda há pouca pesquisa na área de ensino de idiomas.
Como já disse no post anterior, tenho agora algo valioso: tempo. E por isso deixo aqui registrado (muito mais para mim mesma) que este é o momento de desenvolver o meu projeto. Agora tenho tempo, oportunidade e maturidade acadêmica suficientes para iniciar de fato minha vida de pesquisadora.

Do fim do ano passado pra cá, comecei a sentir um certo desespero em relação à vida acadêmica. Se eu realmente conseguiria fazer um projeto, se eu tenho as condições necessária pra ser uma pesquisadora, se eu consiguiria abrir meu caminho até chegar a um orientador...Tive muito medo de terminar a faculdade sem ter feito iniciação científica e, portanto, não ter um encaminhamento para o mestrado.

Ainda não há nada de concreto, mas pela primeira vez em todos esses anos de busca, sinto que isso será possível. Encontrei um tema e encontrei espaço na FEUSP para isso. E é daí que surgirão meu mestrado e doutorado. Agora eu acredito.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Tempo, tempo, tempo, tempo...

Pela primeira vez em alguns anos, eu tenho tempo. Semana passada participei de um workshop da Faculdade de Educação e poderei me inscrever nos próximos. Tenho até tempo para iniciar meu projeto de iniciação científica. Terei tempo para organizar minha casa e meus estudos. Tenho frequentado yoga e fitness.

Tudo isso parece ótimo, mas a sensação é estranha. Estar em casa de tarde, escrevendo no blog, vendo um helicóptero meio desgovernado quase se chocar com um avião da Gol, descobrir que o Itamar Assumpção morreu (em 2003!!!!) e que o Garotas que dizem ni! também é falecido. Tudo isso enquanto espero o download do House terminar. Depois vou revisar os textos de Teoria Literária e anotar minhas dúvidas para perguntar na aula de hoje à noite. Entre uma coisa e outra, aula de yoga.

Parece que estou de volta ao primeiro ano da faculdade, quando ainda tinha muito tempo e não trabalhava (apesar de estar trabalhando agora). A diferença - e isso é que não deixa essa sensação de estranheza ser depressiva - é que agora eu sei o que fazer com meu tempo. Sei como focar meus estudos e meus projetos pro futuro.

O que plana sobre mim é um certo do medo do que virá depois da faculdade. Mas acho que isso é um medo pelo qual todos os quase-formados passam.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Novas temporadas

Séries são um vício recente. Começou isoladamente com Felicity, em 2004. Depois veio Lost (comecei a assistir a loucura da ilha quando já estava na terceira temporada). Além disso, assistia Monk, House e CSI de vez em quando.
O vício em série por séries veio durante as férias infinitas que tive antes de ir pra Córdoba. Primeiro, Grey's Anatomy (4 temporadas e meia em um mês!), por conseqüência, Private Practice e passei a ver House com mais freqüência (sim, eu amo o trema, reforma-chata-feia-boba). Esses últimos, continuei vendo em Córdoba, na companhia de Li, outra viciadinha - ou viciadona, hehe - como eu em Grey's Anatomy.
Assim que voltei ao Brasil, assisti Gossip Girl (enquanto a Li se jogou no Prison Break).

Agora é a hora dos season premieres das nossas tão (ou nem tanto) amadas séries.

Gossip Girl

Ainda não vi comentários positivos sobre a volta ao "Upper East Side". Realmente, os roteiristas erraram a mão. Serena, no cúmulo da sua chatice adolescente, reclama da vida e protagoniza "escândalos" nas colunas sociais. Vanessa, com o cabelo horrível, não aceita que Dan ficou rico. Este continua apagadinho como sempre. Mas a grande decepção, foi o casal Blair-Chuck. Os "jogos" do casal não têm nada de interessante, especialmente por colocar a Blair em uma situação tão submissa. Essa não é a Blair pela qual nos apaixonamos.


 Vanessa e seu bad hair day, Serena reclamando da vida e Blair "chocada", fazendo seu papel no jogo com Chuck

O episódio 2 "The Freshmen" mostra a ida dos upper-easters à faculdade. Agora Dan e Vanessa são os populares, enquanto Blair tem frustradas suas tentativas de se tornar a rainha da universidade. É quase bonitinho o namoro do Nate, mas a briguinha Montecchio X Capuletto é desnecessária. Mais uma vez, a Serena dá a louca e vai pra balada ao invés de estudar. Boring... Acho que Gossip Girl já deu. xoxo...

House


Os housemaníacos estão felizes. Diferentemente de Gossip Girl, a estréia tem sido muito elogiada, a começar pela duração: 1 hora e 20 minutos de Dr. Gregory House depois de enfrentarmos o período de abstinência entre as temporadas. Não poderia ter sido melhor, depois do excelente encerramento da temporada anterior. Foi um episódio realmente emocionante, com atores excelentes - Andre Braugher, Franka Potente (Corra, Lola, corra!), Angela Bettis e outros. Além do sarcasmo característico de House, experimentamos outros sentimentos de Greg. E é isso o que me impede de gritar bem alto "Hooooooray" diante desta season premiere: House não é emocionante. É exato, é frio, é ácido. Emoção fica para o Grey's Anatomy. Mas a qualidade do roteiro e das atuações são indiscutíveis. So, we love House anyway. With or without Vicodin.


 Hugh Laurie e Franka Potente. You go, Lola!

House já está na sexta temporada e ainda surpreende, é uma série que não cansou. Roteiristas de Gossip Girl, aprendam com David Shore.

Agora é esperar loucamente por Grey's Anatomy e Private Practice.