Séries são um vício recente. Começou isoladamente com
Felicity, em 2004. Depois veio
Lost (comecei a assistir a loucura da ilha quando já estava na terceira temporada). Além disso, assistia
Monk,
House e
CSI de vez em quando.
O vício em série por séries veio durante as férias infinitas que tive antes de ir pra Córdoba. Primeiro,
Grey's Anatomy (4 temporadas e meia em um mês!), por conseqüência,
Private Practice e passei a ver
House com mais freqüência (
sim, eu amo o trema, reforma-chata-feia-boba). Esses últimos, continuei vendo em Córdoba, na companhia de Li, outra viciadinha - ou viciadona, hehe - como eu em Grey's Anatomy.
Assim que voltei ao Brasil, assisti
Gossip Girl (enquanto a Li se jogou no
Prison Break).
Agora é a hora dos
season premieres das nossas tão (ou nem tanto) amadas séries.
Gossip Girl
Ainda não vi comentários positivos sobre a volta ao "Upper East Side". Realmente, os roteiristas erraram a mão. Serena, no cúmulo da sua chatice adolescente, reclama da vida e protagoniza "escândalos" nas colunas sociais. Vanessa, com o cabelo horrível, não aceita que Dan ficou rico. Este continua apagadinho como sempre. Mas a grande decepção, foi o casal Blair-Chuck. Os "jogos" do casal não têm nada de interessante, especialmente por colocar a Blair em uma situação tão submissa. Essa não é a Blair pela qual nos apaixonamos.
Vanessa e seu bad hair day, Serena reclamando da vida e Blair "chocada", fazendo seu papel no jogo com Chuck
O episódio 2 "The Freshmen" mostra a ida dos upper-easters à faculdade. Agora Dan e Vanessa são os populares, enquanto Blair tem frustradas suas tentativas de se tornar a rainha da universidade. É quase bonitinho o namoro do Nate, mas a briguinha Montecchio X Capuletto é desnecessária. Mais uma vez, a Serena dá a louca e vai pra balada ao invés de estudar. Boring... Acho que Gossip Girl já deu. xoxo...
House
Os housemaníacos estão felizes. Diferentemente de Gossip Girl, a estréia tem sido muito elogiada, a começar pela duração: 1 hora e 20 minutos de
Dr. Gregory House depois de enfrentarmos o período de abstinência entre as temporadas. Não poderia ter sido melhor, depois do excelente encerramento da temporada anterior. Foi um episódio realmente emocionante, com atores excelentes -
Andre Braugher, Franka Potente (Corra, Lola, corra!),
Angela Bettis e outros. Além do sarcasmo característico de House, experimentamos outros sentimentos de Greg. E é isso o que me impede de gritar bem alto "Hooooooray" diante desta season premiere: House não é emocionante. É exato, é frio, é ácido. Emoção fica para o Grey's Anatomy. Mas a qualidade do roteiro e das atuações são indiscutíveis. So, we love House anyway. With or without Vicodin.
Hugh Laurie e Franka Potente. You go, Lola!
House já está na sexta temporada e ainda surpreende, é uma série que não cansou. Roteiristas de Gossip Girl, aprendam com David Shore.
Agora é esperar loucamente por
Grey's Anatomy e
Private Practice.